{"id":4854,"date":"2021-12-21T18:14:20","date_gmt":"2021-12-21T21:14:20","guid":{"rendered":"http:\/\/folhadopirajucara.com.br\/?p=4854"},"modified":"2021-12-26T18:18:55","modified_gmt":"2021-12-26T21:18:55","slug":"expedicao-ao-embu-mirim-documenta-degradacao-do-manancial-mas-nascente-tem-agua-pura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/2021\/12\/21\/expedicao-ao-embu-mirim-documenta-degradacao-do-manancial-mas-nascente-tem-agua-pura\/","title":{"rendered":"Expedi\u00e7\u00e3o ao Embu-Mirim documenta degrada\u00e7\u00e3o do manancial, mas nascente tem \u00e1gua pura"},"content":{"rendered":"<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><em>O Rio Embu-Mirim est\u00e1 contaminado em sua foz, na Represa Guarapiranga, mas apesar do assoreamento e da p\u00e9ssima situa\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica ao longo de seu trajeto, tem \u00e1gua pura na nascente<\/em><\/strong><\/p>\n<\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A Expedi\u00e7\u00e3o Embu-Mirim, que aconteceu entre os dias 26, 27 e 28 de novembro, \u00faltimo, nos territ\u00f3rios de Itapecerica da Serra e Embu das Artes, foi um evento riqu\u00edssimo em informa\u00e7\u00f5es, quando foram coletadas amostras das \u00e1guas do rio desde a foz \u00e0 nascente, com registros feitos por meio de imagens de drone, fotos e poesia. Embora os resultados da an\u00e1lise da \u00e1gua superarem as expectativas negativas, ainda h\u00e1 esperan\u00e7a: uma de suas nascentes apresentou excelente qualidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p>A Expedi\u00e7\u00e3o \u00e9 uma proposta do Coletivo A Voz dos Rios, que tem a participa\u00e7\u00e3o de entidades ambientalistas como SOS Mata Atl\u00e2ntica e as locais Seae \u2013 Sociedade Ecol\u00f3gica Amigos de Embu, Preservar Itapecerica e Panverde e de entidades sociais como Casa Viva Lil\u00e1s de Santo Andr\u00e9. Contou com bi\u00f3logos, fot\u00f3grafas, uma ge\u00f3grafa e uma arquiteta urbanista, poetas e educadores, e seguiu o Rio Embu-Mirim por barco e por terra, cumprindo sua miss\u00e3o, sob a supervis\u00e3o da Pesquisadora Marta Marcondes do Laborat\u00f3rio IPH \u2013 \u00cdndice de Poluentes H\u00eddricos, da Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano.<\/p>\n<p>Durante todo o trajeto, os registros foram mostrando uma enorme degrada\u00e7\u00e3o do manancial. Partindo da Represa Guarapiranga por barco, comandado por Adrian Meusburger, que navega o manancial h\u00e1 pelo menos uma d\u00e9cada. Logo de in\u00edcio, perto do ponto de coleta de \u00e1gua para abastecimento pela Sabesp, foi constatada a presen\u00e7a de sulfato de alum\u00ednio, despejado pela pr\u00f3pria Sabesp, para decantar os res\u00edduos s\u00f3lidos do manancial para o fundo do reservat\u00f3rio. Algo assim como jogar sujeira para debaixo do tapete. \u00a0As coletas feitas em profundidade, neste trecho a 14 metros, mostraram \u00e1gua preta e espessa, com part\u00edculas vis\u00edveis a olho nu. Segundo a pesquisadora Marta Marcondes: \u201cTodos os 17 pontos que costumamos coletar amostras, est\u00e1 deste mesmo jeito. Se fala que a Guarapiranga est\u00e1 com 48% de armazenamento, mas 48% de armazenamento do qu\u00ea?\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Dados alarmantes: \u00e1gua contaminada e assoreamento<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4856 alignleft\" src=\"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Vermes-Vemelhos-Foto-Sandra-Audujas.jpg\" alt=\"\" width=\"465\" height=\"310\" srcset=\"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Vermes-Vemelhos-Foto-Sandra-Audujas.jpg 1200w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Vermes-Vemelhos-Foto-Sandra-Audujas-300x200.jpg 300w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Vermes-Vemelhos-Foto-Sandra-Audujas-768x512.jpg 768w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Vermes-Vemelhos-Foto-Sandra-Audujas-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 465px) 100vw, 465px\" \/>Em seguida, a expedi\u00e7\u00e3o seguiu em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 foz do Rio Embu-Mirim, onde todos puderam constatar um fort\u00edssimo cheiro de esgoto, o que demostrou logo de cara como chega a \u00e1gua vinda do rio para dentro da represa. O barco teve que parar muito longe do ponto que a expedi\u00e7\u00e3o teria que chegar, o ponto da foz, pois devido \u00e0 polui\u00e7\u00e3o foi registrado grande assoreamento, com o ac\u00famulo de sedimentos carregados pelas chuvas para o fundo do reservat\u00f3rio, tanto lixo como a terra que se desprende do solo, com a retirada da cobertura vegetal pelo desmatamento no entorno da Represa. Foi registrada a presen\u00e7a de ne\u00f3fitas, que s\u00e3o plantas aqu\u00e1ticas que se acumulam em reservat\u00f3rios que tem altos \u00edndices de polui\u00e7\u00e3o, pois se alimentam dos compostos org\u00e2nicos da \u00e1gua contaminada. O barco teve que parar para n\u00e3o encalhar: \u201cN\u00f3s n\u00e3o vemos mais o Rio, a vegeta\u00e7\u00e3o aqu\u00e1tica cobriu tudo. Neste ponto, estamos com somente 50 cm de profundidade, h\u00e1 sete, oito anos, chegava a 2 metros\u201d, explicou Adrian. Todo esse assoreamento tem somente uma causa, o desmatamento: \u201cAs matas ciliares dos rios e dos reservat\u00f3rios \u00e9 que garantem que n\u00e3o cheguem terra e sedimentos ao fundo\u201d, complementa Marta Marcondes.\u00a0 O assoreamento \u00e9 grave n\u00e3o s\u00f3 para a navega\u00e7\u00e3o, mas porque significa menor capacidade de armazenamento do reservat\u00f3rio, que neste momento de seca, a maior dos \u00faltimos 90 anos, j\u00e1 se encontra abaixo de 50% de sua capacidade.<\/p>\n<p>Apesar de toda essa situa\u00e7\u00e3o, a Expedi\u00e7\u00e3o pode registrar a exist\u00eancia de animais \u00e0 beira da Represa, como uma fam\u00edlia de capivaras que tomavam sol \u00e0s margens da contaminada Guarapiranga. Durante todo o trajeto foram avistados pequenos grupos de aves, que ainda resistem, como bigu\u00e1s, galinhas d\u2019agua e paturis.<\/p>\n<p>Voltando para as margens da Represa e continuando o percurso por terra, a expedi\u00e7\u00e3o dirigiu-se aos demais pontos de coleta de amostras de \u00e1gua, ao longo de tr\u00eas dias. Um dos locais mais emblem\u00e1ticos, em Itapecerica da Serra, foi ao lado do Rodoanel M\u00e1rio Covas, pr\u00f3ximo \u00e0 ocupa\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 no conhecido terreno da empresa Savoy, no Bairro Embu Mirim, pr\u00f3ximo tamb\u00e9m ao Bairro Branca Flor. O local de coleta neste ponto, ao lado da ocupa\u00e7\u00e3o com moradias muito prec\u00e1rias, que cresceu enormemente durante a pandemia, apresentou tamb\u00e9m um cheiro muito forte de esgoto e muita espuma em suas \u00e1guas. Fatores negativos como alta temperatura e turbidez e baixo teor de oxig\u00eanio na \u00e1gua, foram registrados. \u00a0O descaso do poder p\u00fablico decorrente da falta de projetos de moradias populares e de saneamento estava ali, na voz do Embu-Mirim. Pessoas vivendo em grande precariedade e esgoto sendo lan\u00e7ado <em>in natura<\/em>, dirigindo-se para a Guarapiranga, que abastece mais de 4 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>A Expedi\u00e7\u00e3o seguiu em frente, adentrou no territ\u00f3rio de Embu das Artes, e a coleta desta vez se deu ao lado da Ag\u00eancia Estadual Cetesb de Embu, respons\u00e1vel pela fiscaliza\u00e7\u00e3o na Regi\u00e3o, e ao lado tamb\u00e9m da C\u00e2mara Municipal de Embu das Artes e da Delegacia Civil do Meio Ambiente. Foi neste ponto emblem\u00e1tico, ao lado de \u00f3rg\u00e3os de controle do Meio Ambiente, estaduais e da C\u00e2mara de Embu, onde est\u00e3o os Vereadores que deveriam fiscaliza\u00e7\u00e3o as a\u00e7\u00f5es do executivo da cidade, que a coleta foi mais chocante para o grupo, quando foram vistos a olho nu, vermes vermelhos na \u00e1gua, um indicador de alta degrada\u00e7\u00e3o ambiental.\u00a0 Ubimara Ding, formada em Pol\u00edticas P\u00fablicas, Poetisa e Educadora Popular, participante da expedi\u00e7\u00e3o, chegou a se emocionar: \u201cEstes vermes s\u00e3o a prova exata do abandono da vida. Como pode ter esperan\u00e7a de viver, de fluir, se os vermes est\u00e3o comendo esse rio vivo? A m\u00e3o da caneta que poderia mudar isso, nem sequer olha para esse rio.\u201d<\/p>\n<p>O pr\u00f3ximo ponto de destaque da expedi\u00e7\u00e3o, adentrando novamente em Itapecerica, na Estrada dos Mosteiros, pr\u00f3ximo \u00e0 Estrada R\u00e9gis Bittencourt &#8211; BR116, local que j\u00e1 foi palco de grande quantidade de descarte ilegal de lixo e entulho, mostram as marcas do assoreamento decorrente deste descarte. Neste local, diferentemente do passado, foram avistadas poucas aves, como dois exemplares de galinha d\u2019\u00e1gua, muito pouco em rela\u00e7\u00e3o ao que se avistava h\u00e1 dois ou tr\u00eas anos antes do despejo de lixo.\u00a0 N\u00e3o muito longe dali, est\u00e1 sendo constru\u00edda uma f\u00e1brica de bicicletas, empreendimento licenciado pelo munic\u00edpio, com suspeita de estar em \u00c1rea de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente, degradando um curso d\u2019\u00e1gua contribuinte do Embu-Mirim.<\/p>\n<p>Seguindo ainda pelo territ\u00f3rio de Itapecerica, a expedi\u00e7\u00e3o parou pr\u00f3xima ao lado do CDP \u2013 Centro de Deten\u00e7\u00e3o Provis\u00f3ria, no bairro do Potuver\u00e1, e a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi diferente. A qualidade da \u00e1gua voltou a deixar muito a desejar em \u00e1rea de in\u00fameras den\u00fancias de aterros ilegais de mananciais.<\/p>\n<p>Toda essa coleta de dados est\u00e1 nas m\u00e3os da pesquisadora Marta Marcondes, que vai elaborar uma Nota T\u00e9cnica sobre os resultados encontrados na Expedi\u00e7\u00e3o, um relat\u00f3rio de cunho cient\u00edfico, com o aval da Universidade Municipal de S\u00e3o Caetano do Sul, que ser\u00e1 encaminhado aos \u00f3rg\u00e3os p\u00fablicos respons\u00e1veis, com todos esses par\u00e2metros, para que tomem provid\u00eancias urgentes. Estado e os Munic\u00edpios tem o dever legal de zelar pela qualidade das \u00e1guas dos rios e reservat\u00f3rios e est\u00e3o descumprindo a legisla\u00e7\u00e3o e cometendo um crime hediondo contra toda popula\u00e7\u00e3o da Regi\u00e3o Metropolitana de S\u00e3o Paulo. A omiss\u00e3o da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Sabesp, Comit\u00ea de Bacias e Secretarias Municipais est\u00e3o configuradas nestes dados alarmantes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Nascentes s\u00e3o como Meninos Jesus<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-4855 alignleft\" src=\"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Nascente-Rio-Embu-Mirim-Foto-Sandra-Audujas.jpg\" alt=\"\" width=\"413\" height=\"275\" srcset=\"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Nascente-Rio-Embu-Mirim-Foto-Sandra-Audujas.jpg 1200w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Nascente-Rio-Embu-Mirim-Foto-Sandra-Audujas-300x200.jpg 300w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Nascente-Rio-Embu-Mirim-Foto-Sandra-Audujas-768x512.jpg 768w, https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/Nascente-Rio-Embu-Mirim-Foto-Sandra-Audujas-1024x683.jpg 1024w\" sizes=\"(max-width: 413px) 100vw, 413px\" \/>Chegando j\u00e1 ao final do trajeto, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 uma das nascentes do Embu-Mirim, no sop\u00e9 da Reserva Morro Grande, que faz divisa com o munic\u00edpio de Cotia, a expedi\u00e7\u00e3o foi muito bem recebida no local pelo respons\u00e1vel, o qual indicou o caminho por um morro de mata bem fechada, e fez in\u00fameras recomenda\u00e7\u00f5es, uma vez que poderiam topar com animais pe\u00e7onhentos, como cobras e aranhas. A equipe toda se protegeu, com botas e olhos bem abertos e seguiu mais ou menos uns 400m mata adentro, entre pedras escorregadias, musgos, \u00e1gua corrente, caet\u00e9s, brom\u00e9lias, cip\u00f3s e \u00e1rvores alt\u00edssimas, at\u00e9 chegar a um grot\u00e3o em meio a uma pedra alta de onde brotava delicadamente \u00e1gua fresca e transl\u00facida, um lugar preservado de grande beleza, que emocionou a todos e todas.<\/p>\n<p>Era o ponto m\u00e1ximo da Expedi\u00e7\u00e3o e havia ali uma grande esperan\u00e7a de que a \u00e1gua pudesse estar pura e livre de polui\u00e7\u00e3o, como deve ser. A \u00e1gua da nascente foi coletada e em alguns dias os primeiros resultados do laborat\u00f3rio IPH detectou resqu\u00edcios de coliformes, que se confirmaram ser de animais que passam por ali e os demais par\u00e2metros estavam excelentes: \u201cA contamina\u00e7\u00e3o encontrada \u00e9 uma contamina\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias de animais de sangue quente, que \u00e9 comum nestas \u00e1reas que eles circulam e estamos mega felizes porque n\u00e3o tem contamina\u00e7\u00e3o de esgoto\u201d, explicou a pesquisadora Marta Marcondes.<\/p>\n<p>Ubimara Ding, em entrevista \u00e0 R\u00e1dio Rep\u00f3rter Di\u00e1rio do ABC, depois de divulgado esse resultado positivo, fez uma emocionante declara\u00e7\u00e3o: \u201cQuando se chega a uma nascente a emo\u00e7\u00e3o \u00e9 profunda, porque voc\u00ea passou por todo aquele processo de ver o descaso, mas voc\u00ea v\u00ea a mobiliza\u00e7\u00e3o das pessoas. E agora que estamos no m\u00eas de dezembro, per\u00edodo natalino, que se lembra o nascimento, para quem \u00e9 da tradi\u00e7\u00e3o judaico crist\u00e3, o significado do nascimento \u00e9 a vida. As nascentes s\u00e3o como pequenos meninos Jesus, nascendo, resistindo, todos os dias. Para quem n\u00e3o \u00e9 da tradi\u00e7\u00e3o judaico crist\u00e3, para religi\u00f5es de matrizes africanas, as nascentes s\u00e3o fonte de vida, mananciais dos seres de luz. As nascentes provam para a gente que a vida pode ser cuidada, preservada e amada. Isso que elas nos trazem como mensagem e \u00e9 isso que a gente escuta: cuidem de mim, que cuidarei de voc\u00eas\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>*por: Adriana Abelh\u00e3o \/\/ *foto:\u00a0Sandra Audujas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio Embu-Mirim est\u00e1 contaminado em sua foz, na Represa Guarapiranga, mas apesar do assoreamento e da p\u00e9ssima situa\u00e7\u00e3o bioqu\u00edmica<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":4857,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1,16,4],"tags":[],"class_list":["post-4854","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-itapecerica-da-serra","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4854"}],"collection":[{"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4854"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4854\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4858,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4854\/revisions\/4858"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4857"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4854"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4854"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/folhadopirajucara.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4854"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}