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Coluna do Pombo 01/26

“E assim, entre voos curtos e grandes horizontes, o pombo nos lembra que sempre há caminho de volta.”

 

“Quem governa afinal?”

Em política, o silêncio fala… E pelas Serras de Dani City, o silêncio anda gritando.
O chefe de gabinete, também pastor, foi flagrado com placa que não era sua.
Disse que remédios confundiram a memória.
A cidade ouviu. A cidade viu…
Mas o que a cidade não viu, foi consequência.
E aí nasce a pergunta que não quer calar: Por que permanece?
Quando um governo mantém alguém em meio a constrangimento público, não é só o nome do cargo que pesa, é o peso de quem o sustenta…
Nos corredores, cochicha-se que há padrinhos fortes.
Que certas mãos são invisíveis, mas firmes… Que certos nomes ecoam mais alto do que o do próprio prefeito… Será?
Porque quando a permanência desafia a lógica, o povo começa a desconfiar de quem realmente segura a caneta.
Não se trata apenas de uma placa. Trata-se de autoridade.
De hierarquia. De comando.
E Taboão hoje se pergunta, com a simplicidade de quem paga imposto e anda de ônibus: Quem governa afinal?
Porque quando o chefe fica, apesar da pressão, a dúvida cresce:
É o prefeito que decide, ou alguém decide por ele?
A cidade observa… E quando a cidade observa em silêncio, é porque já está falando por dentro.
E assim, assim: Se a gente que é pombo não fala… Ninguém fala.

Vai segurando que o Pombo está de volta

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