Se a gente que é pombo não fala… Ninguém fala…
Deu tudo certo, de novo no pedaço,
Analice no sétimo, 88 mil no laço,
Prometendo o Metrô que nunca sai do papel,
Mas o voto vem fácil, fiel e cruel.
Ely de volta, 82 mil na conta,
Três anos suplente, agora se apronta.
Ney Santos, 118, de Embu pra capital,
Trocou a prefeitura pelo plano federal.
Nóbrega com 65, ficou a ver navios,
Voto não basta quando o partido é vazio.
Três eleitos, a mesma velha história,
Hospital e Metrô na mesma trajetória.
E como cantava o eterno Raulzito, nosso profeta:
“Eu deveria estar contente… Mas mesma praça, o mesmo banco, a mesma promessa completa…”